Ações Básicas

  1. Capacitação
    Uma das características da produção artesanal é a fragilidade dos mecanismos de gestão administrativa e financeira, além da baixa qualificação técnica e profissional.

    Objetivo: Prestar assistência técnica e gerencial a associações e cooperativas de artesãos; criar instrumentos locais para a geração de renda; desenvolver novas formas de produção compatíveis com o melhor aproveitamento dos recursos naturais; ampliar as alternativas de produtos e de técnicas de beneficiamento.

    Assistência Gerencial: Disseminar sistemas de gestão centrados na questão da qualidade e capacitar pessoas para a abertura de novas atividades autônomas.

    Desenvolvimento Técnico: Aprimorar e incorporar habilidades técnicas adaptadas, diversificação, aperfeiçoar e revitalizar os produtos.

  2. Ações Voltadas para Inserção e Ampliação de Mercado
    O escoamento da produção, através de elos comerciais sólidos, é condição básica para a auto-sustentação dos empreendimentos apoiados pelo projeto.

    Objetivo: Ampliar os canais de contato com consumidores finais, estimular a integração com empresas maiores, criar uma estrutura para intermediação da exportação, organizar eventos (feiras, caravanas, encontros, exposições, centrais de comercialização); viabilizar o acesso às esferas públicas federal, estadual e municipal.

  3. Ações Inter-Institucionais
    Para se transformar em indutor efetivo de desenvolvimento sustentável, a capacitação depende do fato de estar associada a outras políticas públicas, principalmente no que se refere a crédito, insumos e transportes.

    Objetivo: Priorizar a participação de pessoas e instituições envolvidas; articular e compartilhar atividades e esforços de organizações não-governamentais, ações isoladas de membros e instituições da sociedade civil e iniciativas governamentais; incentivar parcerias; construir uma política pública para o setor artesanal.

Desenvolvimento Organizacional

Uma das metas principais do Projeto Artesão é assegurar a consolidação das associações e cooperativas existentes e evoluir para formas mais complexas de organização, como organizações regionais que servirão de base para uma organização estadual. Isto irá potencializar e ampliar a capacidade de negociação com o Estado e instituições financeiras, além de agentes e empresas de comercialização.