Diretrizes e Estratégias de Ação

Quanto à produção

  • Desenvolver ações visando o aumento do nível de qualidade da produção.
  • Desenvolver ações voltadas para o aumento da produtividade da produção.
  • Criar pólos de produção autônoma.
  • Executar ações objetivando a geração e o crescimento de emprego e renda do trabalho.
  • Estimular a inovação e a transferência de tecnologia.
  • Implantar ou implementar unidades de processamento e/ou beneficiamento de matérias-primas.

Quanto à gestão

  • Melhorar a capacitação técnica, administrativa e organizacional dos artesãos e/ou dos núcleos de produção.

Quanto à comercialização

  • Melhorar os níveis de competitividade.
  • Elevar a eficiência mercadológica, desenvolvendo técnicas de mercadologia.
  • Acompanhar mercados concorrentes / averiguar o desenvolvimento dos concorrentes locais, regionais, nacionais e internacionais;
  • Planejar as vendas.
  • Criar condições para a exportação.
  • Criar pólos de comercialização autônoma.

Quanto às comunidades e trabalhadores

  • Estimular a criação de cooperativas e associações de artesãos.
  • Contribuir para o desenvolvimento de empreendedores;

Ações 2004:

  • Apoio a grupos de produção artesanal, visando estimular o trabalho associativista e a formação de grupos no campo da produção artesanal, propiciando a preservação do artesanato, a comercialização, compra de matéria-prima e absorção de tecnologia de produção.
  • Fomento ao associativismo como instrumento de acesso ao sistema sócio-produtivo.
  • Implementação de ações que se traduzam em experiência de geração de trabalho e de renda.
  • Sensibilização e preparação dos agentes sociais: governos municipais, empresários, trabalhadores, associações comunitárias, agências ou instituições de fomento, organizações não-governamentais, entre outros, visando o desenvolvimento de ações integradas.
  • Organização de parcerias buscando a otimização de recursos, principalmente de infra-estrutura;

O universo contemplado por essas diretrizes e/ou estratégias é, certamente, vasto e heterogêneo e tem como foco pessoas envolvidas em unidades econômicas de cunho familiar, associativo ou microempresarial; artesãos, trabalhadores autônomos, jovens em processo de profissionalização, grupos de mulheres, pequenos produtores rurais etc.

A potencialidade dessas diretrizes não significa que, automaticamente, os segmentos sociais envolvidos venham a garantir solidez nos postos de trabalho e níveis mínimos de renda. Pelo contrário, o ritmo e incerteza de suas atividades indica claramente a adversidade do ambiente em que se movimentam. É nesse contexto que se desenvolvem as ações do Projeto Artesão.